Someone like you.
ComentáriosPara não acharem que perdeu o sentido.
Porque isso nunca vai perder.
2 comentáriosTags: falling, in, love, McFLY
Por muito tempo tentei pensar… O que é o amor? Que tipo de coisa é essa, bizarra e abstrata, que não é possível descrever, nem mostrar, nem desenhar? Por que as pessoas dizem que sentem isso se elas nem sabe o que é?
Ou pior… Por que as pessoas dizem que sentem isso tão rápido por pessoas tão diferentes?
Amor é uma coisa… Paixão é outra.
Estar apaixonado é diferente de amar alguém.
Você pode amar sua família, mas não ter paixão algum deles. Ou você pode se apaixonar por alguém e não amá-la de verdade.
“Vou dar uma chance àquela pessoa. Acho que estou gostando dela.”
Não sei se vocês me conhecem ao ponto de saber que eu acho que esse tipo de coisa não existe. Dar uma chance? Pra quê? Pra quem? Pros seus sentimentos? Ninguém lembra de te dar uma chance quando você está estressado, chateado. Ninguém te dá uma chance pra não te chatear. O indivíduo vai lá e te deixa chateada, sem pensar duas vezes.
Ser humano é falho, não é mesmo?
O post está meio confuso… Mas minha cabeça também está. Não consigo entender como uma pessoa pode julgar gostar de alguém ao ponto de dar sua vida em troca da outra, sendo que dois meses depois o amor supostamente acaba, e essa pessoa vai pra outra…
E começa tudo de novo.
Podem estar pensando que eu tenho dor de cotovelo de algo, por isso o post. Vocês devem lembrar do Valentine’s Fail. Porém, na verdade, nunca fiz questão de um namorado, do qual eu não poderia dar e receber carinho suficiente para dizer “Eu amo essa pessoa tanto que daria meu coração à ela, se precisasse”.
Eu sou uma pessoa muito feliz, rodeada de pessoas maravilhosas que fazem meus dias valerem a pena. Mesmo quando eu estou estressada com o trabalho, com a universidade, ou em casa, eu percebo coisas que as pessoas fazem por mim, que outras pessoas não fariam. Isso é amor, não é? Amor de irmão, de amigo, de familiar.
Urgh.
Esse tipo de coisa me revolta… Pior, me deixa chateada. Acho que por isso nunca tive um namorado. Nem um peguete, ou sei lá o quê. Sou uma pessoa que se apaixona muito fácil, é verdade. Mas, como disse no início do post, paixão é totalmente diferente de amor. Quando eu me apaixono, só vejo as qualidades… Defeitos pra quê, né? Daí tomo de novo… Então fico na minha. Apaixonada à distância.
Mas amor, cara… O amor…
É como se você trocasse a metade do que você é, pela metade que a outra pessoa é.
Você não é mais você…
Você se torna duas pessoas numa só.
Quando você amar alguém, você vai saber. Sem estereótipos, você vai olhar e saber que aquela pessoa é a qual você esperou por todos os anos da sua vida, sem saber que você estava procurando por algo.
Por isso fico brava quando alguém vem me dizer “Acho que tô gostando de tal pessoa… Acho que tô amando.”
TIPO???????
Amando? Sério?
Amor é muito sério. Você não pode falar que ama alguém, se você não sente aquilo.
Amar é não deixar distância, tempo, NINGUÉM interferir. Se nesse tempo distante o “amor esfriou”, então não é amor. As pessoas não sabem separar carência de amor; Elas não sabem viver sozinhas, em vez de viverem acomodadas num relacionamento que nunca irá para frente.
Podem achar que estou equivocada, e também pode haver controvérsias, mas é assim que eu penso.
E quando eu encontrar a pessoa, tenho certeza que eu nem vou precisar pensar.
Vou saber que encontrei.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas;
havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.1 Coríntios 13:4-10
Tags: amor, amour, feelings, francinecsilva, love, sentimentos
Hoje, depois que passei mal na agência e fui pro hospital, cheguei à uma conclusão: Não gosto se um monte de coisas.
- Injeção
- Calor
- Sol esturricante
- Calor (Merece duas porque eu realmente não gosto)
- Fazer frituras
- Cerveja
- Cereja
- Trabalhos universitários
- Não ter dinheiro
- Margarina sem sal
- Meia-calça que rasga antes d’eu vestir
- Net Virtua
É só o que consigo lembrar no momento. Tenho muito sono pra lembrar de qualquer outra coisa agora.
Ah, é. É sinusite+calor. Combinação perigosa.
Tags: Lista blablablá pessoal